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[ARTIGO]Diário De Anne Frank

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Mensagem por franceslly em Sab Maio 26, 2012 8:51 am

Diário de Anne Frank


[ARTIGO]Diário De Anne Frank Thediaryofannefrank550x

Feito pelo grupo LOONEY TUNE

O diário de Anne Frank


Annelisse Maria Frank, mais conhecida como Anne Frank, uma adolescente alemã de origem Judaica. Anne Frank manteve seu diário entre 12 de junho de 1942 e 1° de agosto de 1944. Anne tinha ganhado o diário de seu pai quando ela tinha 13 anos, ela começou a escrever seu cotidiano. A princípio escreveu estritamente para si mesma até que um dia de 1944, Gerrit Bolkestein, membro do governo Holandês do exílio, anunciou numa transmissão radiofônica, que após a guerra esperava recolher testemunhos oculares, documentos, cartas e relatos que ilustrava o sofrimento vivido pelos judeus no período da segunda guerra.

Impressionada com o discurso de Anne, decidiu que quando a guerra terminasse publicaria um livro baseado em seu diário. Então começou a reescrever e organizar o diário melhorando o texto, omitindo passagens que não achava suficientemente interessante e acrescentando outras memórias.

O diário conta a história de uma família judaica eles viviam bem até que um dia uma das filhas, Margot Frank recebeu uma carta ordenando que ela fosse para um campo de concentração Nazista. Então Otto Frank, revelou seu plano que já estava planejado, desde que os Nazistas começaram a colocar regras como proibições do gênero, de não poder ir ao cinema, teatro e utilização de transporte público. Otto Frank havia planejado com outra família que eles ficariam escondidos até que tudo se resolvesse.

Com o plano de Otto em andamento a família de Anne passou a se esconder abrigando-se em um cômodo secreto de um edifício comercial. Um cômodo pequeno acima dos escritórios da fábrica Opekta. Apenas os que trabalhavam no escritório sabiam dos moradores que viviam atrás do Anexo Secreto, Estes juntamente com alguns amigos, serviram como “ajudantes” dos moradores servindo como ponte para o mundo exterior.

No seu texto, Anne examinou seus relacionamentos com membros de sua família, e as fortes divergências de personalidades. Escreveu sobre o relacionamento conturbado sobre sua mãe, chegando a escrever a seguinte frase: “Ela não é mãe para mim.”, contudo sua mãe estava apenas sofrendo com a situação preocupante vivida pela família, o que futuramente fez com que Anne tratasse sua mãe com mais respeito e tolerância, em contrapartida, seu relacionamento com o Pai, Otto, era mais intimo e próximo.

A maior parte do tempo Anne passava lendo e regularmente escrevia seu diário e o editava. Além de fornecer uma narrativa dos acontecimentos da época, ela também escrevia sobre seus sentimentos, crenças e ambições, assuntos como este ela não se sentia segura em falar com ninguém. Esta forma de escrever, relatando seu cotidiano, seus relacionamentos e o drama judeu em um período que a intolerância reinava com o império de Reich foi que fez com este livro se tornasse símbolo da opressão Nazista aos Judeus.

Na manhã de 4 de agosto de 1944, o esconderijo de Anne foi invadido pela polícia de segurança Alemã. O grupo foi levado para a Sede Gestapo, onde foram interrogados. Em 5 de agosto, foram transferidos para Huis Vam Bewaring (A casa de detenção), dois dias depois eles foram levados para Westerbork, aparentemente um campo transitório.
Em 3 de setembro de 1944,. O grupo foi deportado para o campo de concentração de Auschwitz (O mais famoso campo de concentração da Polônia), Anne e Margot, sua irmã, foram separadas dos pais e transferidas para o campo de concentração de Bergen-Belsen, perto de Hannover (Alemanha), onde morreram de tifo. O único sobrevivente foi Otto Frank, libertado pelo exército russo e repatriado para Amsterdã, onde recebeu o diário, protegido por Miep Gies. Ele dedicou-se a espalhar as mensagens de sua filha até morrer em agosto de 1980.

A última anotação feita por Anne, no seu diário foi datada de 1° de agosto de 1944. três dias depois , em 4 de agosto de 1944, as oito pessoas escondidas no anexo secreto foram presas. Miep Gies e Bep Voskuijl, as duas secretárias que trabalhavam no prédio encontraram os diários de Anne espalhados pelo chão. Miep Gies guardou-os numa gaveta. Após a Guerra, quando ficou claro que Anne havia falecido, ela entregou os diários ao pai de Anne, Otto Frank.


Sexta-feira, 21 de julho de 1944


Querida Kitty,
“[...]Que belo massacre vai ser! Se doerem os pés de Johann durante sua longa marcha, se seu oficial berrar com ele, Johann agarra o fuzil e grita: "Você queria matar o Führer, aqui está sua recompensa". Um balaço, e o altivo chefe que ousara berrar com Johann vai para a vida eterna (ou será morte eterna?). Agora, sempre que um oficial tiver que chamar a atenção de um soldado poderá acusá-lo e matá-lo. Você está compreendendo o que quero dizer ou será que andei pulando demais de um assunto para outro? Não posso evitar; a perspectiva de voltar outra vez para a escola, em outubro, deixa-me alegre demais para ser lógica! Ora, eu não lhe havia dito que não queria me encher de esperanças? Perdoe-me, não foi sem motivo que me apelidaram de "pequeno feixe de contradições”.
Sua Anne


Neste trecho ilustra claramente, a vida contraditória vivida por Anne. Este livro trás o cotidiano da vida de uma garota em sua adolescência, para alguns que têm esta fase da vida já conturbada poderá imaginar como esta garota se sente, apenas acrescente a Segunda Guerra Mundial e a perseguição contra os judeus. A pequena garota que utilizava o diário para se expressar seu cotidiano acaba como um dos maiores documentos sobre o Holocausto. O que mais impressiona com este livro é que ela faz dele seu porto seguro diante de toda a Guerra e transforma coisas que seriam fúteis em coisas estupendas.

[ARTIGO]Diário De Anne Frank Annehollywood

Numa das anotações feitas em seu diário em 10 de outubro de 1942, Anne diz assim: "Esta é uma das minhas fotografias que eu gosto de ver a toda a hora. Então fico imaginando a possibilidade de ir para Hollywood."

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